Melhor amancebar-se. Eis a questão!
Gastamos com o acompanhamento profissional, durante os nove meses de gestação, rogando a Deus, para que tudo se transcorra normalmente, sem aqueles gastos imprevisíveis, atormentadores.
Gastamos com o Hospital, ou com a Maternidade, inclusive com honorários de toda a equipe médica que assiste ao parto. Este, se melindroso, evolve para o cesariano, que multiplica as despesas.
E, nascida a criança, vem a primeira “puxadinha” do padre! Temos quer arcar com as despesas (?) da pia batismal.
Para casarmos, a coisa se complica, muito mais!
Quando começamos a pensar nisto, vem a compra da mobília, eletrodomésticos, utensílios de cama, mesa e cozinha; além de outras coisas não menos relevantes, para compor o futuro lar.
Quando chegada a hora da grande união, depois do ato civil, despendemos pelo alto custo das vestes, tanto do noivo, tanto da noiva; além daqueles gastos para com o bufê, pós cerimônia.
Casados, cumprimos o sacramento exigido, para que recebamos a bênção de Deus. Mas, o padre nos tomou uma baita mufunfa!
E, quando o casamento falir, antes mesmo da iniciação de uma vida, a dois, o que poderá acontecer?
Pasmem!
Enquanto, na anulação civil, a coisa é rapidíssima, no caso da anulação religiosa, teremos que pagar a quantia equivalente a cinco (5) salários mínimos, para certa investigação, apenas.
Caso a anulação não seja aceita, temos que nos contentar a viver na desesperança de uma nova união, na Igreja, sem a devolução daquela alta mufunfa que pagamos aos cofres da arquidiocese!
Moral da história
Melhor juntar os trapos, ante um sério e feliz concubinato, a se prender num falso e triste matrimônio religioso!
QUE O PAPA FRANCISCO POSSA COIBIR A AVAREZA DO CLERO BRASILEIRO, FACULTANDO-NOS O DIVÓRCIO!
Pedro Mallmann Filho/CAMILINHO
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