Cadê a Regional VI, as fiscalizações e melhorias? A coisa vai de mal a pior...

 

 

 

Onde estão a Secretaria Regional VI, as fiscalizações da prefeitura e a vergonha da própria população de algumas ruas de Messejana? Neste Portal eu já alguns depoimentos de um médico local sobre o assunto. Nos artigos ele demonstrava sua indignação pelo jeito que tratam nossa pobre Messejana. Espero que divulguem estas observações, pois ouvi comentários sobre a imparcialidade daqueles que o administram.

 

A Regional VI funciona mesmo como um acessório da prefeitura que serve apenas para empregar um monte de gente. Não tem poder de força, não tem orçamento, não fiscaliza nada, enfim nem sei para que existe. Moro há anos em Messejana e vi o nascer da Regional VI. De lá para cá tive alguns negócios próprios. Nunca fui fiscalizado nenhuma vez por agentes da Prefeitura. Nunca me pediram os tais Alvarás de Funcionamento, que a burocracia nos obriga a tirar e a exibir (tudo que é preciso pagar taxas ou impostos elem sabem fazer!!!). Nunca se importaram com os muros que meus concorrentes mandaram pintar. Nunca viram (ou se viram fecharam os olhos), para tanto esgoto a céu aberto em Messejana. Que diabo é isso? 

 

É uma vergonha mesmo. Passar por ruas de Messejana lembra o início do inferno, o caos, a sujeira, a desorganização, a falta de fiscalização, a desordem no trânsito, a pichação nos muros, os terrenos baldios com lixo acumulado, as calçadas quebradas, tudo que é de ruim mesmo. E isso porque é ano eleitoral! Imagine o resto de tempo! Os chefes que passaram pela Regional VI nada fizeram. Se muito freqüentaram alguns dias o seu trabalho para justificar o recebimento de seus salários... Quem de Messejana pode dizer o nome de alguém que lá esteve e que fez algum trabalho importante para os messejanenses? Ora, ninguém fez nada significativo mesmo... Quem lembra?

 

Os políticos ligados a Messejana também são incapazes de conseguir do poder municipal uma melhoria que fizesse efeito. Mas mesmo assim deveriam dizer que fazem pedidos, apresentar seus trabalhos de fiscalização etc. Mas usam seus carros de som apenas para anunciar um ou outro serviço significativo que os possa promover de alguma forma.

 

Exemplo da bagunça

 

Apenas para citar um dos locais, temos o quarteirão que fica na Avenida Barão de Aquiraz, entre a estrada do fio e a Av. Manoel Castelo Branco. Antigamente a região era tida como área residencial. Ainda hoje é, mas mudou tudo para pior. Para muito pior mesmo. Lá é uma "esculhambação" total, com licença do termo. Lá se vê de tudo. Bares que acobertam cabarés, esgotos a céu aberto, muros quebrados que servem para os viciados fumarem maconha e crack e o pessoal da vizinhança pendurar as roupas como em um varal público... É o fim do mundo.

 

O trânsito e as calçadas

 

Aquelas cidades do exterior, de países pobres, acharam uma concorrente: Messejana. O trânsito é uma desordem. Não existe sinalização adequada nem fiscalização. Todo mundo pára em fila dupla em qualquer lugar, sem problema nenhum. O lixo, as lojas do "centro" e das ruas em geral fica mesmo espalhado. A coleta é insuficiente e o povo também não ajuda.

 

Problema maior são as calçadas, quase sempre tomadas por vendedores, feirantes, bicheiros (pessoal que faz o jogo do bicho, que é proibido (???) Mas se é proibido por que fazem??? E atrapalham o direito das pessoas andarem pelas calçadas. 

 

O asfaltamento é uma piada. As operações tapa-buracos somente taparam mal e porcamente os buracos existentes. E a nossa Fortaleza Bela? Deve estar lá pelos lados da Beira-Mar ou da Aldeota, quem sabe... Por aqui não se vê Fortaleza Bela nem Messejana Bela, nem Nada Belo.

 

O Banco do Brasil (uma das maiores agências bancárias de Messejana) também é vítima por um lado dessa situação e por outra, pela própria culpa do Banco, que não oferece condições de segurança, de conforto a seus clientes.

 

As praças

 

Visite as praças de Messejana e constate uma "beleza interior". Sabe o que é isso? Beleza interior, num sabe? É aquela que não se vê, não se enxerga. As praças são todas feias, mas tratadas, sem os mínimos cuidados com as calçadas, os bancos, a iluminação, a segurança. A limpeza.

 

 

Renato Estevam

 

reest_32@hotmail.com 





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