O Anti-Semitismo

  

 

SEMITISMO - O termo semitismo é derivado da palavra Semita, e tem origem no nome: Sem (Shem), o filho mais velho ou primogênito do Patriarca Noé; de onde emana o Patriarca Abraão, progenitor das Tribos de Israel, cognominadas de povo "JUDEU", hoje, sem a exclusividade da tribo de Judá.

 

FORMAÇÃO DO POVO JUDEU

 

Existia na terra de Ur na Caldeia, um homem por nome Abrão, filho de Tera e neto de Naor.  Certa vez Deus disse para ele: Abrão sai da tua terra, da tua parentela, da casa de teu pai, para terra que Eu te mostrar e farei de ti uma grande nação.  Abrão atendeu a ordem divina e partiu com sua esposa, seu sobrinho Ló, com todos os bens e empregado para terra prometida.  A terra que manava leite e mel, a terra de Canaã, hoje conhecida como a terra de Israel. Chegando em Canaã fixaram moradas armando tendas em Betel.  Abrão e Sarai não tinham filhos, pois Sarai tinha a madre fechada, e por condições biológico, dado ao estado avançado da idade (90) anos, gerar filhos seria um ato impossível. Mas Deus não é homem para que minta! Prometer e não realizar! Nada, absolutamente nada pode tolher aquilo que Ele determina. E, conforme sua promessa, no tempo marcado atentou para Sarai e Abrão concedendo-lhes a descendência. Já com nomes mudados, na idade da impossibilidade, geram e trazem à vida um filho, motivo de riso, por nome Isaque. Os anos passam o menino cresce, a idade révora da passagem para idade jovem e madura, e flui o desejo de casar e gerar filhos. Conhece e recebe Rebeca sua prima como esposa e dela gera filhos, na mesma circunstância de Sara, pois Rebeca também era estéril.  Duas nações, dois povos brotam do mesmo ventre com destinos opostos; uma profecia: o maior servirá o menor.  O maior o mais velho, nascendo primeiro, surge ruivo, cabeludo, perito na arte da caça, exalando o aroma do campo, porem, leviano, por nome Esaú.  O menor o mais novo vindo logo atrás agarrado ao calcanhar do irmão, liso (sem pelo), simples, mas dedicado à família por nome Jacó.  Crescendo Jacó, precisou sair de casa e morar com parentes. Dedicou-se ao trabalho, vindo daí a prosperidade financeira. Surge à necessidade de formar uma família, desse desejo, a conquista: duas esposas e duas concubinas e delas 13 rebentos.  Com Lia: Rubens, Simeão. Levi, Judá, Issacar, Zebulom e Diná.  Com Raquel; José e Benjamim.  Com Zilpa; Gade e Aser.  Com Bila; Dã e Naftalí.  Sendo ainda considerados como parte das tribos os filhos de José que nasceram no Egito: Manassés e Efraim. Dessa forma, a origem das 12 Tribos de Israel; hoje, genericamente conhecido como: O povo JUDEU, tão odiado pelas nações.

 

ANTI-SEMITISMO

 

Quer dizer, doutrina ou atitude daqueles que se mostram hostis ou contrários aos JUDEUS, e preconizam medidas de exceção contraria a eles. Podemos também definir como: inimigos do povo semítico ou povo judeu.  O povo Judeu tem sido um povo forte, apesar de altos e baixos desde o seu nascimento, Incompreendido, difamado, injustiçado, perseguido, mas nunca destruído. Tem sido o bode expiatório para justificar a loucura de reis, ditadores e de líderes religiosos.  Tem sido muito fácil atribuir ao povo judeu as causas como: Incêndio, catástrofes, epidemias, racismo, terrorismo, usura, inflação e outras coisas mais sem ter ninguém que o defenda ou questione; nem mesmo os "altruístas" dos direitos humanos.  O Anti-Semitismo teve início desde a obediência de Abraão para atender o chamado divino para habitar na terra prometida (Canaã), hoje Israel, na época o centro das rotas comerciais entre o Oriente e Ocidente; assim entendo e vejo.  Do Senhor é a terra e a sua plenitude; o mundo e aqueles que nele habitam.  Se tudo pertence a Deus!  Ele, e somente Ele pode dá a quem quiser, onde quiser e o que quiser, e ninguém têm instância para questionar ou muito menos impedir.  Deus decidiu forma um povo de Abraão, e determinou dar sua habitação na terra de Canaã, hoje Israel.  Portanto, os Cananeus, Filisteus, Jebuseus, a ONU, os países Árabes, Europa, Estados Unidos, Brasil ou quem quer que seja; nada poderão fazer para impedi-lo. Porque; se o Senhor falou está falado, não adianta juiz, delegado; é prego fincado e ponta virada. David, o segundo rei de Israel, a mais de três mil anos fez de Jerusalém sua Capital; onde algumas décadas depois, seu filho Salomão, construiu um lindo e majestoso Templo tornando-se o centro religioso nacional desse povo, e seu um império se estendeu do rio Eufrates até o Egito, conforme limites estabelecido pelo Criador.

 

Porém no ano 70 da era comum (dC), a mando do imperador romano, Jerusalém foi cercada, conquistada e o lindo Templo foi destruído pelo exército do general Tito, filho de Vespasiano; não ficando pedra sobre pedra que não fosse revirada. E no ano de 132 os romanos voltaram a triunfar novamente sobre os Judeus liderados por Bar-Kochba, os Judeus foram expulsos e proibidos de entrarem em Jerusalém; a cidade de Jerusalém teve seu nome mudado para Aélia Capitolina, sendo reconstruída com características romana, permanecendo assim por muitos anos.  Mais uma vez o povo Judeu foi expulso da sua terra, passando a viver em países diferentes, com povo diferente, costume diferente e deuses diferentes, assim permanecendo até os dias atuais, na maioria deles. Com a conquista do imperador bizantino Constantino no ano de 335 da era comum (dC), Jerusalém foi transformada no centro de adoração cristã, e teve  início  a construção de  um grande  número de majestosos  edifícios, inclusive a  formosa  igreja  do  santo  sepulcro.  No ano 634 de nosso Senhor Yeshua, os muçulmanos invadiram o país de Israel e quatro anos mais tarde o califa Omar conquistou Jerusalém. E no reinado do califa Abd el-Malik, foi construída a mesquita Domo da Rocha, conhecida vulgarmente por "Mesquita de Omar", exatamente no lugar em que foi demolido o Templo de Jerusalém, local de adoração do povo Judeu. Cujo objetivo; era descaracterizar o sentimento religioso da nação de Israel. Esse domínio perdurou por mais de um (1) século.

 

O período dos Cruzados teve início no ano de 1099 da nossa época, numa seqüência de oito (8). Terminando no ano de 1291, massacraram judeus, destruíram as sinagogas, reconstruíram muitas igrejas velhas para templos cristãos e, mesquitas para os muçulmanos.  No ano 1517 do nosso calendário, os turcos otomanos conquistaram a cidade de Jerusalém sob o comando de Suleiman, o Magnífico; e reconstruíram as muralhas da cidade, o reservatório do Sultão e instalaram fontes públicas por toda a cidade. Depois da morte de Suleiman, durante os séculos XVII e XVIII, Jerusalém viveu um dos seus piores períodos de decadência. E no ano 1922 a 1948 Jerusalém foi entregue para domínio britânico pela liga das nações após o desmantelamento do império Otomano, no final da grande e primeira guerra mundial.  Um país protestante, que poderia ter sido uma bênção para o povo de Deus na questão do movimento Sionista, isto é: retorno do povo Judeu para sua terra (Israel); movimento esse iniciado no século XIX, tendo seu real grassamento mais ou menos no ano de 1897, com a realização do primeiro congresso Sionista em Basiléia, Suíça pelo judeu Theodor Herzel. No entanto, Inglaterra cedeu as pressões Árabes e editou um chamado (Livro Branco), cujo conteúdo tolhia as aspirações do retorno do povo judeu para sua terra. Inglaterra falhou, os crentes ingleses falharam. Deixaram sair pelas mãos uma rica oportunidade de serem uma bênção, agradar a Deus e abençoar Israel.

 

O registro dos acontecimentos históricos quer nos fazer entender, que o real e grande motivo do movimento Anti-Semita é a Terra de Israel.  Será que o motivo de tão execrável perseguição e ódio limita-se somente a essa Terra?  Haja vista a estratégia da sua localização; centro da rota do mundo antigo, onde o comércio entre muitos países para se concretizarem, teriam como ponto de convergência a rota por Canaã, hoje Israel.  Isto é: Israel seria passagem obrigatória para negócio da África para Oriente, do Oriente para o Ocidente e vice-versa.  Se o motivo é tão somente esse; os judeus não são culpados, pois O Eterno poderia ter chamado Abraão para se estabelecer no Brasil, na Rússia, na Escandinávia, Estados Unidos e em tantos outros países mais. Pois Dele é a Terra, a sua plenitude e aqueles que nela habitam. Então! Questionem com O Criador.  Mas, porém, todavia, o grande e real problema para o deletério movimento Anti-Semitismo têm também uma causa espiritual, perfeitamente percebida por aqueles que são de fato (espirituais).  Porque de Israel sairia, como assim aconteceu, o Salvador do Mundo; e em Israel, precisamente em Jerusalém, será a Capital Universal no futuro Reino Milenar.  E no Monte Moriá, será construído o Terceiro e definitivo Templo, centro de adoração Universal, mas precisamente do povo judeu.  Israel foi à nação que Deus escolheu dentre todas, para ser a nação sacerdotal, povo zeloso e de boas obras; conseqüentemente, o povo e propriedade exclusiva de Deus. O Diabo sabe disto e tem agitado seus instrumentos opostamente. Sem ainda mencionar os períodos dominantes do Egito, Síria, Babilônia, Medo Persa, Sêleucidas da Síria e outros mais; vejamos alguns fatos registrados na história que nos provam isto:

 

Quando o psicótico Nero tocou fogo em Roma, em uma de suas crises de loucura, responsabilizou o povo Judeu e os Cristãos (Messiânicos).  Nesse período o número de cristãos era muito expressivo dentre o povo judeu e continuou sendo assim no Primeiro e Segundo Séculos do Messianismo, até que; a igreja deixou de ser judaica para se tornar romana, se envolvendo no paganismo.

 

Quando a peste negra ou bubônica grassou na Europa dizimando um terço da população. Os judeus foram acusados de terem envenenado as fontes de água, causando a epidemia. A mente diabólica do anti-semitismo não parou para pensar, que o próprio povo judeu estaria em risco, exposto à contaminação da mesma doença; até porque, ainda não havia sido descoberta a vacina para imunização, principalmente para os judeus.

 

A Rússia, desde seus primórdios, no regime dos Czares tratavam os judeus com bastante hostilidade.  No final do século XIX e no início do século XX, em todo território russo o Anti-Semitismo era oficial, com a chancela do congresso. Nesse período o anti-semitismo tomou forma diferente. Tentaram reduzir a população judaica da maneira mais rápida e violenta; o ódio contra os judeus era evidente.  Com a subida da igreja Ortodoxa russa, foi planejada uma diabólica forma para extermínio da população de três maneiras diferente: um terço dos judeus seria expulso da Rússia, outro terço seria eliminado pela fome, e o terço restante seria forçado à conversão. Enquanto matavam os judeus, suas propriedades eram saqueadas e destruídas, prova do abuso da discriminação; e ainda justificavam suas atrocidades culpando-os de assassinos de Cristo.  As leis eram discriminatórias e cruéis, pois, proibiam aos judeus comprarem terras, de terem cargos públicos, serem professores nas universidades, e dificultavam o acesso à educação, a bens e a prosperidade econômica.  É importante saber que, a palavra "pogrom", usado para determinar e definir os ataques com violência aos judeus e suas propriedades tem origem Russa; cujo significado é: tempestade ou destruição.

 

Já na Alemanha, o berço da revolução protestante, também excedeu na arte do Anti-Semitismo. O próprio reformador, Lutero, que teve a coragem para romper com os grilhões (papais), não pensou duas vezes para lançar manifestos instigando a destruição das Sinagogas judaicas por não ter sido correspondido no seu objetivo: a conversão dos judeus ao protestantismo com abandono aos costumes e práticas judaicas. Essa manifestação Anti-semítica de Lutero causou grande perseguição e destruição as sinagogas e propriedades judaicas.  Aquele que considerava como tolos e idiotas: os papas, bispos, sofistas e monges incapazes para estabelecerem normas de ensino a religião cristã, e os acusavam ainda de tratarem os judeus como cães, e não como seres humanos, chegando a dizer que, se fosse judeu, preferiria ser um porco a ser cristão doutrinado por eles; vinte anos depois, é capaz de publicar palavras depreciativas e estimuladoras a destruição do povo que antes defendia, tais como: “Suas sinagogas devem ser queimadas; suas casas demolidas; seus livros de oração e Talmudes confiscados; os rabinos proibidos de ensinarem, sob pena de morte; passaportes e viagens totalmente vetados para os judeus; proibidos de praticar a agiotagem e que os judeus e judias jovens, fortes, deveriam ser levados ao trabalho mais duro” (NI).  Com essa atitude, Lutero, o reformador dar origem o anti-semitismo no meio daqueles que aderiram à reforma protestante; grassando com veemência até os dias da segunda guerra mundial, quando os próprios nazistas, citava-os para justificar suas bestialidades.  Pois, permanece vivo, bem presente aos nossos olhos e ouvidos, a manifestação da Horte Infernal da Maldade, na personificação do demônio em um ser humano chamado Adolf Hitler, que juntamente com seus diabinhos, tramaram e executaram inexorávelmente o maior genocídio da história contra o povo judeu; por meio do fuzilamento, das câmaras de gás, do recolhimento aos guetos, das doenças em decorrência da fome e aos trabalhos forçados nos campos de concentração.  Como também, não poderia deixar de evocar a nossa memória: as mortes em laboratório, como se fossem ratos, cobaias para experiência. Para satisfação e escárnio de elementos com índole e mente doentia como Menguelle.  E continua a grassar até os dias atuais, nas mais variadas denominações evangélicas no Brasil e fora dele.

 

Quando os Estados Unidos interferem militarmente em algum país, seja por interesse econômico, estratégico, coisa que o valha, logo Israel é acusado de está por trás de tudo; haja vista o poder financeiro detentor pelos judeus naquele país.  E quando é contra a um país Árabe, logo aparecem as ameaças dos países Islâmicos voltados para Israel, apontando seus mísseis.  Considero, pessoalmente que, o atentado de 11 de setembro de 2000 aos Estados Unidos da América do Norte, ter sido puramente em represália, por esse país ser ainda, o único favorável a Israel; e não, pelo que representa hegemonicamente, para as demais nações no mundo.

 

Quanto à ação da mídia em relação ao que acontece no Oriente, sempre tem sido tendenciosa e anti-semítica, pois sempre torce a verdade dos fatos em que envolve a nação de Israel e aos judeus de forma geral.  As notícias com ênfase só a favor dos Árabes ou "Palestinos". A imprensa tem sido mestra na arte do engano, invertendo informações e situações nos conflitos a favor dos "palestinos". Em uma imagem de um soldado Israelense correndo para socorrer um judeu atacado por palestinos; a imprensa tendenciosa mudou a nacionalização do massacrado judeu, para um "mártir palestino" (Notícia de Israel 2000).

 

Será que a manifestação pública de júbilo de alegria dos Iraquianos, a distribuição de flores, os quadros do ditador Saddam Hussein arrancados, estátuas derrubadas e mostradas pelos canais de televisão, irão ter no futuro uma interpretação diferente? Será difícil para essa mídia fazer sua tendenciosa alteração? No futuro próximo saberemos.  Hoje os Árabes utilizam-se da tecnologia para fazer florescer e grassar a propaganda Anti-Semítica em rádio, na impressão de folhetos e na televisão na África, no Oriente, na Europa e demais países.  Criando mitos, isto é, caricaturas debochadas dos judeus, apresentado-os como vilões.  Pois, até no seu livro sagrado é evidenciado o Anti-Semitismo; os seus adeptos são estimulados por textos que induzem a violência, tais como: E matai-os onde quer que os encontreis. E expulsai-os.... matai-os (cristãos e judeus). Tal é o castigo dos descrentes (Sura 2.191). Deveis combatê-lo (o povo não muçulmano, os judeus e cristãos) até que se submeta ao Islã (Sura 4816).  Ó vós que credes, combatei os descrentes que estão próximos de vós.  E que sintam dureza em vós! E sabei que Deus está com os piedosos (Sura 9.123).

 

Assim como Roma; Portugal, Espanha, Europa, América Latina com eles, o Brasil grassaram na genialidade satânica em métodos ardilosos da tortura na famigerada "Santa Inquisição". Como dizer, explicar, justificar o período quando o povo judeu era arrastado para o cativeiro das nações: Egito, Assíria, Babilônia quando era forçado ao trabalho, explorado, vilipendiado, extorquido sem Direito a vontade própria.  Considerados como a escória, párias da sociedade Universal.  Estamos cansados de assistir manifestações de protestos pelas nações, quando Israel ataca em represália aos atentados terroristas sofridos dos palestinos. Tem sido muito cômodo para o “palestino”; assassinar judeus e refugiar-se nos países vizinho, sem reprovação alguma das demais nações.  É dizer em outras palavras: Israel pode e deve ser atacado, mas não pode atacar nem se defender dos inimigos. Leia o Salmo 83.

 

É bom saber que; nunca houve um povo "Palestino", nem uma nação Palestina, cultura ou religião com esse nome.  A terra em questão era Canaã, habitada pelos Cananeus, aos quais Deus destruiu por causa de suas iniqüidades, e a deu para os filhos de Abraão, Isaque e Jacó.  A grande dificuldade que Israel enfrenta hoje se deve a ONU, criada depois da segunda guerra mundial para resolver o problema dos refugiados. Complicou mais ainda, quando dividiu a Cidade de Jerusalém em: Ocidental e Oriental.  A Ocidental deu como capital de Israel e a Oriental entregou para o domínio Jordaniano.  A causa teve mais um fator agravante pela criação da OLP (Organização para Libertação da Palestina), no ano de 1964, gerando daí para frente o movimento terrorista; tendo como líder essa organização um elemento que nem nasceu nessa terra, e sim no Egito por nome: Yasser Arafat.

 

É importante também saber que, a extensão territorial Árabe é de aproximadamente 770.000 quilômetros quadrados para cada príncipe. Enquanto que, hoje a extensão territorial de Israel é de apenas 1.818 quilômetros quadrados para cada tribo.  Medindo de Norte a Sul 470 quilômetros, seu ponto mais largo é de 135 quilômetros. Pergunta-se: é justa a reivindicação de terra de Israel? Sinceramente; Não.

 

Israel é o único país no Oriente Médio de regime democrático e que tem respeito à vida. Apesar de estar cercado por países de regime imperialista e ditatorial como a Síria e o Líbano ao Norte; Egito ao Sul; Jordânia, Iraque, Irã e  outros mais ao Leste; estando a Oeste o Mar Mediterrâneo, mesmo assim: se  mantém firme.  Será que é sorte, hegemonia, casualidade? Não, é milagre! Deus luta por este povo e as nações ainda não atentaram para isto.  Leia Juizes 2:1. O que eu considero incrível e lamentável é o que acontece em pleno século XXI, na era da ciência, da tecnologia, evolução social e dos direitos humanos, do crescimento Evangélico no meio dos que se dizem cristãos; porque são de Cristo e continuam rejeitando os judeus. Mesmo conhecendo os fatos que a história registra e nos conta; tomam as suas promessas, usurpam a sua filiação, pois, consideram a igreja substituta da nação de Israel, mesmo sabendo que Jesus Cristo (Yeshua Ha Mashiach) é judeu, nascido em Israel e salvador dos Judeus e dos Cristãos.  Posicionam-se irracionalmente a favor do movimento terrorista palestino, e contra Israel.  Posição que só serve para espevitar mais ainda a caldeira tinhosa dos violentos terroristas palestinos, retumbando em desatino. O que pensam esses “crentes”?  Que serão poupados, tratados com diferença quando, e, caso o poder Islâmico religioso venha sobrepujar as nações com sua fé?  É só verificar para comprovar os fatos; é regra de fé deles: matai os judeus e cristãos.  Fazer vista grossa nisso! Só se for por inspiração dos demônios.  Todo pano de fundo deste execrável movimento estar montado em um tripé: Islamismo; Árabes e “Terroristas Palestinos”.  Nele (no tripé) mais de 5.000 cristãos foram mortos no Líbano entre 1975 a 1982 (NI); aproximadamente 120.000 católicos foram mortos nas Filipinas, desde 1972; foram mortos 200.000 católicos  na  invasão do Timor Leste;  cerca  de  500.000 a 700.00 cristãos negros no Suldão foram mortos ou vendidos como escravos.  Desde 1948 até agora, foram mortos mais de 16.000 judeus em Israel pelos muçulmanos; e na Argélia desde 1992, mataram 60.000 pessoas de diferentes posições sociais.

 

Incrível, até hilariante e de forma espectro, é o que tem sido praticado no Sudão; a venda nas feiras-livres de um escravo cristão, pelo preço de algumas galinhas.  Já as mulheres são vendidas mais caro, pois servem para concubinas.  Muitos desses escravos são crianças cristãs arrancadas violentamente dos braços dos pais e ainda marcadas a ferro; se tentarem fugir, delas são cortados os tendões de Aquiles. Além disso, essas pessoas são ainda usadas como banco de sangue para os soldados feridos na guerra. São também submetidas à fome; para prática de estupro e para o extermínio; tudo, sobre os olhares beneplácitos das grandes potências, da imprensa e dos nossos “crentes” apologistas da intifada palestina.  Quero também evocar a memória hermenêutica dos nossos evangélicos, que o endurecimento em parte por Israel foi para que nós, (gentios, zambujeiros) para que pudéssemos ser enxertados na Oliveira verdadeira que é (Israel).  No entanto, se a sua rejeição em parte é bênção para reconciliação dos gentios; quanto mais será, a sua admissão total, senão: vida dentre os mortos.

 

Minha oração ao Eterno; é para que a igreja entenda o seu real e eterno propósito; não de substituir a Israel, mas somar com ele, ser uma bênção para ele.  E ambos refletirem a imagem do nosso Criador; porque de Israel são: A Torá, os Patriarcas, os Profetas, os Apóstolos, o Novo Testamento e o próprio Jesus Cristo (Yeshua HaMashiach), o Salvador do Mundo. (FMT)

 

 

Por Francisco Muniz Tabosa

 

                                                                              Francisco Muniz Tabosa

 





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