Espiritualismo - Reconheça novas realidades

 

 

 

 

Recentemente a Escola de Medicina da Universidade Federal do Ceará foi responsável por uma iniciativa inédita, criando em seu currículo uma disciplina denominada “Espiritualismo” , objetivando discutir temas considerados sem explicação pela ciência atual. ]

 

Segundo o instrutor do curso, estava sendo esperada inicialmente uma turma pequena, porém devido à grande procura, o projeto precisou ser revisto.

 

São bastante conhecidos os casos de pessoas em estados de coma, que, ao retornarem de sua inconsciência, relatam experiências não explicáveis pela ciência moderna.

Alguns pacientes dizem ter estado “do lado de fora” do seu corpo, podendo observá-lo, bem como os médicos e familiares presentes no seu quarto. Existem situações em que os enfermos descrevem passeios não apenas no local, mas também em outros espaços do hospital e planos desconhecidos fora da materialidade.

 

Esses e muitos novos mistérios ainda indecifráveis para o saber humano começam a atrair mais fortemente a atenção do meio acadêmico, principalmente quando o ponto central de uma profissão é a vida do próprio homem, como ocorre na medicina.

 

A existência após a morte, a convivência de almas desencarnadas próximas aos seres humanos e a possível comunicação mediúnica com os transeuntes do além, foram objetos de estudo de muitos cientistas nos séculos XIX e XX.

 

Juntamente com as experiências em hospitais já exemplificadas, soma-se ainda os diversos relatos comprovados – e sem explicação para a ciência – de batidas em móveis e paredes, movimentação de cadeiras, objetos que voam e desaparecem sem a interferência humana, materializações e diversos efeitos e ocorrências que muitas vezes parecem inacreditáveis.

Todavia tais situações não são simuladas por mágicos em locais especialmente preparados para isso, e sim ocorrem dentro dos lares de cidadãos comuns.

 

A dimensão espiritual, tão importante para os povos antigos, foi excluída voluntariamente da vida do homem moderno, só acreditando este, por fim, naquilo que pode ver e distinguir com seus “próprios olhos”. No entanto, o “ver” do ser humano hoje é altamente limitado e insuficiente em relação aos elevados povos que habitavam a Terra há milhares de anos.

Sobre a nossa real visão, a escritora Roselis Von Sass, no “Livro do Juizo Final”, cita as conclusões do renomado cientista Hartmut Bastian :

 

“Tudo que enxergamos com os olhos é, apesar de sua entontecedora plenitude, apenas o resultado de um setor mínimo de manifestações cósmicas.

 

As notícias que com isso nos são transmitidas do Universo, devem ser portanto insuficientes! Somos entes de Luz, cujo pesquisar e raciocinar recebe o seu estímulo, principalmente, do setor ínfimo de irradiações de 0,397 a 0,720 milésimos de milímetros de onda. Tudo o mais é invisível para os nossos olhos”

 

Dentro do setor dessas ínfimas dimensões, encontra-se, pois, tudo quanto de irradiações os nossos olhos conseguem ver, isto é, para nós, quase todos os meios de expressão do mundo sensorialmente imaginável”.

 

O cientista brasileiro Vladimir Guglinski, autor do livro “Os Dados que Deus escondeu” explica que presentemente uma batalha se trava entre pesquisadores materialistas e espiritualistas. Experiências estão sendo feitas em universidades de todo o mundo pondo à prova os dois pontos de vista e as descobertas mais recentes tendem para a vitória dos espiritualistas.

 

Para Guglinski, “Se dentro dos próximos anos, com o aumento das provas científicas, os materialistas forem finalmente derrotados (e reconhecerem que foram derrotados), isso pode promover um grande salto na evolução da Humanidade”.

 

Pela maneira como os fatos têm se evidenciado claramente e cada vez mais, com os resultados das pesquisas e descobertas de cientistas mais intuitivos e menos materialistas é de se esperar seguramente que daqui há um curto espaço de tempo será considerado ignorante e ultrapassado todo aquele ser humano que despreza essa matéria mais fina, mais etérea, assim como ocorreu há um século com os indivíduos descrentes em relação aos organismos microscópicos altamente complexos habitantes do nosso ar, comprovados pelos avanços da ciência e da tecnologia.

 

No entanto, para o reconhecimento do âmbito espiritual, não bastará a ciência, em sua configuração atual baseada no método científico, no qual toda experiência possa ser repetida, e os resultados verificados. Manifestações além da matéria não podem ser manipuladas.

 

O raciocínio preso à Terra, a este espaço e tempo conhecidos, não pode apreender uma realidade que está em um outro nível de compreensão. Trata-se de uma outra matéria, mais fina, e para isso, precisaremos utilizar outros métodos.

 

Por José Guilherme Said Pierre Carneiro

 





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