Um Mix Cultural

 

 

 

 

 

No cenário eletrônico de Fortaleza parece que houve um balde de água fria nos eventos. Aliás, não só um balde, o que choveu nesses últimos dias não foi brincadeira, por isso os promoteres resolveram dar uma paradinha técnica pra não correr o risco de absorver um prejuízo que nessa época do ano não faz bem a ninguém. O que não para são os eventos que gira em torno do produto “forro”, que vem sendo explorado constantemente, tanto na mídia como nos clubes e em outras ferramentas que incansavelmente nos deparamos em nosso dia-a-dia, o circuito é o mesmo, as mesmas bandas, as mesmas músicas que os programadores de rádio não cansam de exaustivamente programar no playlist das rádios, muda de temporada e de disco e começa tudo de novo.

 

Os clubes que no inicio eram novidades, hoje alguns fecham suas portas e outros produzem atrativos para se manter. Claro, não resta dúvidas é um mercado muito grande, que todo o seguimento musical tem que dar o braço a torcer, os caras são inteligentes, vendem e muito bem todo esse mundo que ao contrário do que dizem está longe de seu final.

 

Viva a nossa cultura musical, mas como essa coluna é para se falar de música eletrônica vamos ao que nos é de direito, divulgar as coisas boas que acontecem a nível de evento, não é todo o santo dia que aparece festas bem produzidas, falo isso em todos os sentidos, produção executiva, promoção, estrutura, atração.

 

O que tem de gente fazendo festa por fazer, de qualquer jeito não tá no gibi nem em mangás.

 

Alex Ventura

 





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