Messejana – Praça da Matriz! Qual?
O tempo passou e tudo se modernizou. Estas mudanças, com certeza, não representam melhora no bem estar dos que habitem no bairro. O espaço que hoje representa “a Praça da Matriz” se transformou em um calçadão, com bancos de madeiras mal conservados e quiosques espalhados compondo a arquitetura, sem nenhuma beleza e de péssimo gosto, se4rvindo de abrigo para desocupados e o comércio desordenado, cujos exploradores em nada agregam na conservação e limpeza da praça.
As mangueiras e os benjamins, outrora existentes e imponentes, foram derrubados, descaracterizando para sempre o que fora a praça, que servia para o encontro das famílias, no seu dia a dia, e em especial durante as festividades promovidas pela Paróquia.
A disputa dos partidos Azul e Encarnado, tudo muito lúdico e significativo como força cultura. O jogo de futebol no final da praça, com visão da lagoa em sua beleza pura, era praticado pela meninada. A praça oferecia oportunidade do passeio daquele que para ali se deslocavam. A praça foi palco de acontecimentos vários, que fazem a história da própria Messejana.
Atualmente o barulho é uma constante, configurando o desrespeito aos que habitam naquela área. Portanto o que se verifica é que não há ordem, o que queremos é se faça cumprir o Código de Postura do Município. Não se concebe deixar que o caos se perpetue e que nada seja feito para que o espaço público seja usado de forma correta, sem exploração, descaracterizando sua função.
Precisamos que o Gerente Regional apareça e se faça presente naquilo que é de sua responsabilidade. O cuidado com o bairro merece ser respeitado e cumprido com determinação e acima de tudo envolvimento com a comunidade. Não se concebe termos a impressão de total falta de competência no lidar com os problemas locais. Quem afinal é o Gerente da Regional VI? Isto nos incomoda. Dê as caras, pois administrar das salas, com ar-condicionado, não leva nada. Precisamos de ação e não de palavras que não levam a nada.
Dr. Francisco PARENTE Brandão (Médico)
Fortaleza, 11 de julho de 2009