Messejana esburacada

 

 

 

Tenho me surpreendido com nota vinculada na televisão, de que a “operação tapa-buracos” está trabalhando aqui em Messejana.

 

Desde o anúncio da aludida operação alguns buracos foram tapados, em pequeno número. Foram feitos reparos pontuais e de cuja qualidade muito se duvida. Até o momento o que se observa são reparos de grandes buracos no asfalto em vias principais onde outros menores são deixados, os quais, com certeza, estarão bem maiores amanhã.

 

Não há fiscalização para certificar a seriedade na execução dos serviços e qual é o critério para a escolha dos locais. O que acontece é que em poucos dias a obra realizada se deteriora com ampliação do buraco consertado.

 

Precisamos que o senhor administrador da Regional VI se conscientize de que o dinheiro gasto é nosso, dos nossos impostos, cobrados e mal aplicados.

 

Necessitamos que os responsáveis se façam presentes nos locais onde as obras estão sendo feitas. Delegar poderes é muito fácil, mas este “poder” é da responsabilidade de esferas mais superiores, devendo ser cobrado o resultado final.

 

Portanto, é chegado o momento de arregaçar as mangas e demonstrar serviço, compromisso e execução de qualidade, pois foi para isso que o gestor está ocupando tal cargo.

 

Como conseqüência da buraqueira, Messejana figura sempre como a de maior incidência de doenças. O acúmulo permanente da água suja, putrefata, que corre a céu aberto em nossas ruas se configura como um verdadeiro criadouro de mosquitos que nos últimos anos vem piorando a saúde de nossos habitantes e até, por algumas vezes, tirando vidas inocentes por pura irresponsabilidade de nossos gestores. Não se concebe, em pleno Século XXI, e da tecnologia virtual não acabar com esta praga, pois temos conhecimento de que os “Mata Mosquitos” conseguiam exterminá-los.

 

Não será que o respeito para o povo está a sair pelo ralo, já que nos últimos meses alguns representantes em Brasília declararam que “não estão nem aí para a opinião pública”.

 

Nossos votos não valem nada? Vamos estar atentos e dar o troco. Se pensarem que o VOTO após dado perde o valor, compete a nós mostrarmos o real valor e força deste voto. Fora os que nos enganam com palavras calculadas, surgidas em épocas das eleições.

 

Somos responsáveis pelos nossos representantes. Portanto podemos mudar e substituí-los por outros de melhor qualificação. É nosso dever, o direito e como fazer para que isso aconteça. Só depende de nós.

 

 

Fortaleza, 21 de julho de 2009

Francisco PARENTE Brandão

E-mail: parentebrandao@hotmail.com




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