Até quando eu devo rezar?
Gilson Moreira
Disse o filósofo que a existência terrena é a infância da eternidade.

Nessa infância, nesse curto período que aqui habitamos, perdemos tempo demais nos privando do exercício do bem, motivados pelos impulsos negativos que a natureza humana é submetida.
Nossos esforços são insuficientes para nos livrar das prisões que atormentam e desfalecem os nossos sentidos.
A boa nova, a palavra de Deus, quando aceita por cada um de nós de maneira pura, sincera e franca, vem a fortalecer e munirmos de condições para enfrentar as emboscadas do inimigo que tenta repetidamente nos afastar da proteção divina.
Muitos de nós chegamos à infeliz situação de questionar “até quando eu devo rezar?”. Uns porque a lembrança da oração só vem no momento da dor e do desespero; Sendo atendido, paga-se a promessa e saem quites. Caso contrário, concluem que não adianta rezar e afundam-se nos problemas.
Acreditamos que as nossas orações devem ser permanentes: “Orai sem cessar” , significando entregar à Misericórdia Divina a nossa dor, a nossa alegria, a doença que nos fragiliza e a saúde que gozamos.
Sem dúvida, o mundo se torna melhor quando Jesus é colocado no centro de nossa vida e com humildade, viveremos com ideais positivos, transformando para melhor o curso da nossa história, fazendo escolhas em direção ao melhor caminho.
Assim sendo, possamos desfrutar, segundo o Salmista, da plenitude de alegria na presença de Deus. Sl16,11.
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